Sobre a Lulinharte

A história da Lulinharte começa como tantos empreendimentos maternos. Mas, no caso da Lu, ela era a tia.

Quando descobriu que sua sobrinha estava a caminho, a Lu teve o desejo de fazer o enxoval, da mesma maneira que fez para seus filhos, tantos anos atrás. Usou seu conhecimento de ponto cruz e costura, e começou a confeccionar as fraldas, cueiros e toalhas que acompanharia sua sobrinha pelos meses seguintes.

E o que é hobby sempre pode virar algo mais quando passamos por grandes mudanças. E foi o que aconteceu com a gente. Quando a Lu e a família – seus três filhos – decidiram sair de Belém do Pará e se mudar para Niterói, RJ, em busca de novas oportunidades, o artesanato foi um dos caminhos que surgiu.

 

E o que aconteceu depois?

Com o apoio dos filhos, a Lu decidiu mostrar o que sabia costurar para pessoas além de sua família. E a mistura de Lu + linha + arte, deu origem à Lulinharte. Que lá, no seu comecinho, só possuía a linha de enxovais.

E isso se mantêm até hoje: ela costura e suas duas filhas mais velhas à auxiliam no processo de gestão. Fazendo com que a Lulinharte seja um empreendimento feminino e familiar.

Alguns meses de trabalho, surgiu o primeiro desafio: a encomenda de uma naninha. Ah, mal sabiam vocês o quanto nos apaixonaríamos por esse processo. Criar uma naninha ou uma boneca de pano, sempre foi um momento único (ainda é!) em nosso atelier, ainda improvisado na sala de estar do apartamento.

Sabe porquê?

Porque criar uma boneca é dar vida à um personagem. É sentir que, definitivamente, estamos perto de uma criança, fazendo-a feliz. Porque se ela se encantar pela boneca, tal como a gente, ela não vai largar mais!

E da primeira naninha para bebês surgiu a segunda, terceira... E a vontade de arriscar para outras almofadas. E assim toda a nossa linha de produtos foram surgindo, sempre brincando com moldes próprios, adaptações, cores e tecidos diferentes.

E, mesmo depois desses quatro anos de história, ainda sentimos a mesma emoção das primeiras vezes. Sempre que uma cliente nos retorna, dizendo o quanto ficou encantada, mais motivados ficamos.

Porque é isso. O trabalho, de verdade, só tem sentido se for para fazer o bem. Se for para transformar vidas, para fazer alguém sorrir. E esse é, sempre será, nosso maior sonho.

Pois, ponto a ponto, distribuímos amor.